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Origem dos kasanjis

A hipótese mais próxima do surgimento dos Mbengalas são citadas segundo Décio Freitas nas nascentes do Nilo, Zaire ou as altas montanhas de Serra Leoa.

Kasanji (Mbengalas)

O Kasanji Unido, também conhecido como o Reino Jaga,  (1620-1910) foi um pré-colonial Centro-Oeste Africano [rio Kwango] fundado por Mbengalas. Os kasanjis chegaram ao Kongo meados do séc. XVI comandados pelo soba Zimbo que invadiram Mbanza  kongo. Ao tomar a capital dividiu-se o exército em grupos que subjulgaram as regiões. Uma vez chefiadas pela matriarca Temba Ndumba, chegou-se a  Serra Leoa. Seguindo para Moçambique havia outro comando por Kisuva que foi derrotado pelos Portugueses em Tete.

Zimbo estabeleceu-se as margens de Kunene quando foi em ajuda de Kisuva. Temba Ndumba foi a grande mãe dos Kasanjis.

Os Kasanjis não faziam nada sem antes consultar as divindades e antepassados. Com a cabeça enfeitada de penas de pavão rodeado por dois Kivondas. As mulheres dançavam e cantavam em circulos com rabos de zebra nas mãos. Ao centro a fogueira que dentro íam pós de pemba branca.

Rainha Nzinga de Matamba  foi iniciada no Reino Kasanji e viveu o que é hoje a atual Angola entre 1582 a 1663. Foi uma política diplomática em defesa de seu povo.

No sudoeste de Angola pelos lados de Kilengues e Kipungos, um novo culto na qual se veneravam espíritos 'nano' ou seja, almas que em vida animavam a etnia dos Mbundus. Em geral eram cultuados quando haviam necessidade de curas, por isso os kimbandas eram solicitados.

Os espíritos também eram conhecidos por Oma-Tyikuma, da região noroeste de Kakondo, em Tikuma.

Em sua primeira viajem ao Kongo em 1482, Diogo Cão descobre a bacia do Zaire e entra em contato com o Reino do Kongo. Em 29 de Março de 1491, três caravelas comandadas por Rui de Souza na sua terceira viajem, ancoraram na foz do rio Zaire e recebidos por Mani Sonyo (Que tinha em sua cabeça uma serpente adoranda em modo quase natural), acompanhados por um imenso número de negros (apróximadamente 3 mil arqueiros) nus da cintura pra cima pintados por pembas e outras tinturas com penachos feitos de penas de papagaios, corvos e outras aves consagradas e cobertos de palha da cintura para baixo ao som de atabaques e outros instrumentos rústicos. Assim como também traziam grande quantidade de oferenda.  No dia 3 de abril de 1491, na páscoa. O Mani Sonyo solicitou batismo cristão passando a se chamar Dom Manuel e mandou queimar todas as suas divindades. E se dedicando ao máximo sobre a cultura cristã. Dois dos chefes batizados juntamente com o rei do Kongo revelaram publicamente que a Virgem Maria lhes tinha aparecido num sonho. O irmão de Kitomi de Mbanza Kongo, o Mani Vunda,  mostrou uma pedra preta em forma de cruz  que declarou ter encontrado no solo, perto do retiro real.Os padres portugueses que estavam presentes interpretaram isso como um milagre e a pedra foi logo colocada na nova igreja. As pedras em forma de cruz serviam, para conjurar divindades antropomórficas e o seu significado nada tinha a ver com o simbolismo cristão significando o homem e o universo no Kongo. As árvores sagradas que anteriormente rodeavam o cemitério foram abatidas e as divindades e fundamentos dos cultos mais antigos foram  destruídos e substituídos por ornamentos cristãos.Rui de Souza deixou Mani Sonyo e seguiu em direção a Mbanza Kongo a 3 dias de marcha. Além de carpinteiros, pedreiros, padres, também mulheres faziam parte desta expedição afim de ensinar as congolesas a fazer pão. A clara conversão ao cristianismo da elite do Kongo foi nessa altura considerada espetacular aos olhos dos europeus. O Kongo tornou-se no único país africano a estabelecer relações diplomáticas com o Vaticano e a permitir o desenvolvimento de uma estrutura institucionalizada da Igreja. Apesar de grande esforço, o culto tribal era nitidamente sincretista e apoiado atribuíndo assim quase total desaparecimento do cristianismo no final do século XVIII, após a retirada dos missionários Capuchinhos. A  chegada a  Mani Sonyo talvez tenha coincidido com uma cerimônia relacionada com rituais de fertilidade ligados ao início da época agrícola. Tal cerimônia parecia ocorrer a curto tempo, no interior, quando foram enviados mensageiros para informar o Mani Sonyo (em traje cerimonial de guerra, com coroa e insígnia de contas de coral e dentes de leopardo) da presença dos Portugueses.

Em 1512 as relações vieram a se deteriorar com o início do tráfico dos negros e a supostas minas de cobre e prata. Os sucessivos ataques dos Jagas enfraqueceram o reino de Mbanza Kongo no ano de 1576.

 

Os idiomas

As línguas bantu (ou línguas bantus, ou línguas bantas) formam uma família lingüistica de mais de 1500 línguas. São faladas em todos os países da África Subsaariana por cerca de 300 milhões de pessoas, principalmente por Bantu.  A família de idiomas bantu tem centenas de membros, que foram classificados por Malcolm Guthrie em 1948 em grupos de acordo com zonas geográficas. Guthrie também reconstruiu Proto-Bantu como o Proto-idioma desta família de idiomas. A atual abrangência do grupo lingüístico deve-se à expansão bantu, que provavelmente ocorreu há aproximadamente 2000 anos, a partir do sul africano, da lingua Khoisan.

dentre as línguas Bantu  o mais importante é o Zulu (9.000.000), xhosa (7 milhões), Sotho (5 milhoes) e Tswana (4,4 milhões) em África do Sul, Makua (4.000.000) em Moçambique Chichewa ou Nyanja (9,3 milhões) no Malawi, Shona (8.000.000) no Zimbábue e Moçambique, Bemba (3.000.000) e Tonga (1,5 milhões) na Zâmbia, kimbundu (3.000.000) e o Umbundu (4.000.000) em Angola, suaíli (773.000) e Sukuma (3,2 milhões), na Tanzânia, os kikuyu (6.000.000) no Quênia, Luganda (4.000.000), em Uganda, Kinyarwanda (7 , 2 milhões de euros) no Ruanda, Kirundi (4,8 milhões) no Burundi, Lingala (2,1 milhões), Luba ou Tshiluba (7.000.000) e Kikongo (4.000.000) no Congo - Brazzaville e Congo- Kinshasa  e Bulus (175 000) nos Camarões, os Ndebele (1,5 milhões) na África do Sul e Zimbabwe.

A palavra bantu foi primeiro usada por W. H. I. Bleek (1827-75) com o significado de povo como é refletido em muitos dos idiomas deste grupo em muitas destas línguas, usa-se a palavra ntu ou dela derivada referindo-se a um ser humano; ba- é um prefixo que indica o plural para seres humanos em muitas destas línguas. Bleek e mais tarde Carl Meinhof fizeram estudos comparativos das gramáticas dos idiomas Bantu. Entretanto o termo ‘bantu’ não é acrescido de dois prefixos como é descrito por muitos, exemplo: mabantu, abantu ou jimbantu. BA já é prefixo que torna NTU plural, e   nenhuma gramática é composta de dois plurais. jin, a, ma e ba são prefixos que designam plurais segundo os dialetos de determiandas tribos, mas não se aplica ao termo bantu.

Existe alguma controvérsia sobre a identidade de alguns idiomas Bantu, que alguns linguístas consideram dialetos de uma língua. Em Moçambique, por exemplo, está praticamente estabelecido que a língua “indígena” do sul do país é a língua tsonga, com os dialetos xiChangana, xiRonga, xiTswa, xiNdau e guiTonga. No entanto, todos os “dialetos” são considerados línguas. Além disso, é normal um africano falar mais do que uma língua bantu.

 

O Lingala é uma das grandes línguas bantus, falada como idioma materno na região noroeste da República Democrática do Kongo (Kongo-Kinshasa) e uma grande parte da República do Kongo (Kongo-Brazzaville). Além disso, serve como língua franca em toda a extensão do território do primeiro país, e goza também de certa importância em partes de Angola e da República Centro-Africana. É falada por mais de dez milhões de pessoas. Sua classificação é “C.36D” no sistema Guthrie de categorização de línguas bantus, e “C.40” no sistema SIL.

Distribuição geográfica do lingala com as regiões onde é língua materna (verde-escuro) e as demais regiões onde é usada.

As origens do lingala remontam ao bobangi, língua falada ao longo do Rio Kongo entre Lisala e Kinshasa. O bobangi era a língua comum dos comerciantes da região anteriormente à criação do Estado Livre do Kongo. Nas últimas duas décadas do século 19, após o rei Leopoldo II da Bélgica haver estimulado a ocupação e exploração da área, o bobangi se tornou mais difundido. Os intermediários e interprétes empregados pelos Europeus, oriundos de outras partes do continente, como Zanzibar, Comores e o interior de Tanganica, aprenderam-na e influenciaram-na ao misturá-la com seus próprios idiomas. A administração colonial, necessitando instituir uma língua comum no território, passou a usar este novo dialeto para propósitos de catequismo e administração, chamando-a de “mbengala” para distingui-la do antigo bobangi. Por voltas da virada do século, missionários  embarcaram em um projeto para “purificar” a língua e fazê-la voltar a ser integralmente bantu. Meeuwis (1998:7) escreve o seguinte:

Missionários como o protestante W. Stapleton e mais tarde, e mais influentemente, o próprio E. De Boeck julgaram que a gramática e léxico desta língua eram demasiado pobres para propósitos de educação, catequismo, e outros tipos de comunicação vertical com os africanos no noroeste e centro-oeste da colônia. (…) Eles incumbiram-se de ‘corrigir’ e ‘expandir’ a língua utilizando-se dos elementos gramáticos e léxicos das línguas que os rodeavam.

Pe. Martins delimita o país de kabinda, habitado pelos seguintes grupos étnicos: Bauoio, Bakongo, Basundi, Balinge, Bavilli, Bayombe, Bakoki,   etc

Neste processo de “purificação”, o nome Mbengala foi substituido por “lingala”, ao emprestar-se um prefixo de uma das línguas regionais. O novo termo aparece pela primeira vez de forma escrita em 1903 em uma publicação do missionário Egide De Boeck.

O vocabulário do lingala contém inúmeros empréstimos do francês, e um número bem menor vindo do inglês, como milk (míliki) e book (búku). Há também uma considerável influência do português, surpreendente pelo fato das duas línguas jamais haverem estado em contato direto.

kikongo (também conhecida como kikoongo, kongo e kabinda) é uma língua africana falada pelos bakongos nas províncias de Kabinda, do Uíge e do Zaire, no norte de Angola; no Baixo-Kongo, na República Democrática do Kongo; e nas regiões limítrofes da República do Kongo. O kikongo que tem diversos dialetos. Era a língua falada no antigo Reino do  Kongo.

Estrutura das línguas

A característica gramatical mais proeminentes dos idiomas bantus é o uso extensivo de prefixos. Cada substantivo pertence a uma classe e cada idioma pode ter aproximadamente dez classes, um pouco como gêneros em idiomas europeus. A classe é indicada por um prefixo no substantivo, como também em adjetivos e verbos que concordam com aquele. O plural é indicado por uma mudança de prefixo.

O verbo tem vários prefixos. Por exemplo em Swahili Mtoto mdogo amekisoma significa A criança pequena leu isto (um livro). Mtoto = criança governa o prefixo do adjetivo m - e o sujeito do verbo com o prefixo a - . A seguir vem o tempo do verbo (perfeito) -me - e um marcador de objeto -ki - concordando com kitabu (implícito), livro. O plural desta frase é: Watoto wadogo wamekisoma; se usarmos o plural para livros (vitabu ), a frase torna-se: Watoto wadogo wamevisoma.

O idioma bantu com o número maior de falantes é o kiswahili (G 40 da lista de Guthrie). Avaliando pela história deste idioma, alguns lingüistas acreditam que os idiomas Bantu formam um contínuo desde línguas tonais até idiomas sem nenhum tom.

Outros idiomas bantus importantes incluem lingala, luganda, kikongo, e Cinyanja na África Central e Oriental, e sishona, sindebele, setswana, sesotho, isizulu, isixhosa, sepedi, e siswati na África Meridional.

A língua cinyanja é uma das línguas faladas na província do Niassa, na parte norte da província de Tete e ocidente da províncias de Nampula e Zambézia no norte de Moçambique. É uma língua muito próxima, provavelmente uma forma da principal língua falada no sul do Malauí, o Chichewa. São línguas da família Bantu.

O nome desta língua, tal como a palavra Niassa, deriva de “água”, ou seja, pode traduzir-se o seu nome por “Lìngua do Lago”.

Quando os europeus chegaram à África Austral e começaram a escrever sobre os seus povos, estas línguas eram faladas quase só pelos povos Khoisan do extremo sudoeste de África, que foram apelidados de bosquímanos (homens do mato) e hotentotes (gagos).

Hoje em dia, as línguas Khoisan são faladas apenas nas imediações do deserto do Kalahari (Angola, Namíbia, Botswana e África do Sul) e numa região limitada da Tanzânia e estão a tornar-se extremamente raras, havendo inclusivamente conhecimento de algumas que se extinguiram. A maioria destas línguas não têm registros escritos. As línguas Hadza e Sandawe do Quénia são geralmente classificadas como Khoisan, mas encontram-se extremamente distantes, tanto linguística como geograficamente das restantes. As línguas mais faladas do grupo Khoisan são Kwadi e Sandawe.

Linguística: As línguas Khoisan caracterizam-se pelo uso de consoantes clique como fonemas  a língua Kung-ekoka possui mais de 50 consoantes clique em mais de 140 fonemas separados e a língua !Xóõ tem um enorme repertório de fonemas, que incluem vários sons estridentes e faríngeos.

Gramaticamente, as línguas Khoisan são, em geral, isolantes. Os sufixos são usados com frequência, mas a ordem das palavras é usada com mais frequência que a inflexão.

Influência na cultura ocidental: A cultura ocidental tomou conhecimento destas línguas a partir do filme de 1984 Os deuses devem estar loucos, de Jamie Uys.

 

 

A religiosidade dos Jagas (Mbengalas)

Os povos que habitam a costa da África, desde o cabo Lopez até o cabo da Boa Esperança, são idolatras. O cristianismo fez vãos esforços para aí penetrar. A novidade levou os negros a acolherem os primeiros missionários, mas esse sucesso não foi constante...

Os habitantes da costa, que aqui descrevo, têm grandes e pequenos ídolos; a proteção dos poderosos é atribuída ao ente que tem como nome Nganga  Nzambi. sendo NZambi é a divindade, Nganga é o feiticeiro. Os ídolos variam em suas proporções, sua altura é de um pé até dois e meio. As imagens são muito bem esculpidas (...) Essas divindades sempre aparecem armadas com uma lança ou uma lâmina sem cabo, nas suas frontes é colocado um boné pontiagudo, elas representam os deuses vingadores.

Fonte: GRANDPRÉ, Louis-Marie-JosephO'Hier de. Voyagealacôted'Afrique:faitdons!esQnnées 1786et1787, contenontla description dês mouers, usages, /o/s, gouvernement etcommerce dês étots d u Congo. Paris: Dentu, 1801, pp. 47-48.

 

Sob seus sucessores, o poder do Kongo definhou. Vansina explica que, graças ao comércio clandestino com a ilha de São Tome, o poder do vizinho Ndongo, por outro lado, se fortalecia, afastando-se, ao longo de 1561, das garras de Portugal. Uma guerra contra os tios do lago Malebo, entre 1575 e 1576, levou à desorganização fatal, abrindo as portas para um grupo que mudou a cara da região: os Mbengalas. Apavorando os adversários com seu grito de guerra, "puté! puté!", estes, que foram considerados por Cardonega como profissionais de guerra, manuseavam machadinhas afiadas com as quais estraçalhavam os inimigos. Alencastro os compara a "uni rolo compressor muitiétnico" organizado em torno de quilombos, e que, graças ao ferro de fundição, fabricou azagaias, pontas de flecha e mortíferas machadinhas com que sacudiram Congo e Angola a partir do século XVI. "Temem os jagas de tal maneira - disse o bispo do Congo - que de ouvir falar neles se desordenam e fogem." Em pânico, a Corte se exilou numa ilha do rio Zaire e inúmeros refugiados foram vendidos como escravos.

Num trabalho notável que incluiu uma longa estadia no Kongo, Joseph Miller identificou a proveniència dos Mbengalas. Analisando inúmeras narrativas de tradição oral, o historiador americano refez a trajetória de um grupo de guerreiros dirigidos por um chefe, intitulado Tshinguli, que deixara Lunda para fundar, perto da fronteira, um novo estado. A idéia inicial era a de voltar, depois, à terra de origem para retomar o poder caído em mãos estrangeiras. No início do século XVI, um segundo reino, sob comando de um Tshinguli, se formou entre os rios Luando e Jombo, no atual Songo. Seus Habitantes se autodenominavam 'imbangalas'. Acompanhado de outros chefes - os macotas -, o Tshinguli encontrará apoio de um grupo com grande descendência entre nós: os quiocos. Os primeiros contatos com os lusos se deram perto da embocadura do rio Cunene. Entrementes, a colônia de Angola é fundada em 1575 por Paulo Dias de Novais, que obtivera um contrato de colonização da mesma na Corte portuguesa. Seu objetivo consistia em ampliar o tráfico de escravos e tentar suplantar os negócios da comunidade afro-portuguesa, que transacionava cativos em São Tome. Quando, em 1579, pressões da metrópole o obrigam a executar seus contratos, o rei do Ndongo manda matar todos os portugueses presentes em sua Corte, dando início a uma guerra que durou até 1671, Entre 1584 e 1585, os Mbengalas se encontram em Benguela. A partir de 1601, sua saga foi acompanhada de perto pelo marinheiro inglês Andrew Battel, que os seguiu durante dezesseis meses em direção ao norte. Durante os primeiros meses, uma aliança se estabelece entre portugueses e estes guerreiros que, de 1612 a 1617, sob o comando do Mbengala Kulashingo, também conhecido por Kasanji, ocupam uma grande parte do reino. Bento Banho Cardoso, governador de 1611 a 1615, fez com Kulashingo uma aliança que durou até 1618, época da imigração Mbangala em direção às terras do rio Kwango. Nos anos seguintes, o Reino Imbangala se consolidará nesta região.

 

 

 

 

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Luvembo: Raízes Perdidas do Fundamento Bantu

 

O livro faz um resgate das divindades dos povos bantu, 

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